Minimalismo autêntico

Minimalismo autêntico é a coragem de nos despirmos do personagem que carregávamos só para agradar aos outros por meio de compras inúteis.

Não deveríamos ficar reféns da necessidade de ser aceito e abrir mão da nossa própria essência. Sabemos disso. No entanto, a pressão da vida moderna tenta nos condicionar a buscar a aceitação social a qualquer custo, corrompendo a nossa individualidade.

De tanto moldarmos o nosso comportamento para adequar a nossa vida ao que é supostamente normal, corremos o risco de nos perdermos de nós mesmos, virando colcha de retalhos da opinião alheia. Além disso, ao seguirmos por esse caminho, com o tempo não saberemos mais quem somos e o que de fato queremos.

Quando perdermos a nossa autenticidade, os pensamentos, as palavras, as opiniões passam a não nos pertencer mais. Em busca de uma inclusão social irracional ficamos submissos ao mundo. Por exemplo, aceitamos fazer coisas contra os nossos valores só para agradar as pessoas ou evitar conflitos.

Romper com esse caminho não é um movimento de rebeldia adolescente. Ao contrário, é a busca por maturidade para nos ajudar a viver com mais autenticidade. E, ser autêntico, é aprender a se posicionar quando necessário usando as nossas próprias ideias. Todavia, sem orgulho, sem arrogância.

Minimalismo autêntico

O que fazer para viver com mais autenticidade?

Faça pausas na vida.

Em cada uma delas, deixe a bagagem mais leve. Faça mudanças, em cada uma delas, livre-se do desnecessário. Libere espaço para fluir pela vida de um jeito mais simples.

Não viva para ser aprovado pelos outros.

Não caia na armadilha primária de conquistar coisas, para conseguir conquistar pessoas. Nem desvie-se pelo caminho da manipulação, usando as pessoas para conquistar coisas. Ao contrário, seja honesto com as pessoas, e use as coisas com moderação para a sua própria felicidade.

Desenhe o próprio caminho minimalista

Siga os valores que guiam o seu estilo de vida. Não se deve impor a ninguém um modelo ideal de minimalismo. Contudo, também não devemos extrair do minimalismo os fragmentos que nos convém e nos autodenominarmos minimalistas. Eu chamo isso de minimalismo de conveniência, que é o oposto da argumentação central desse texto.

Lembre-se que o que caracteriza uma vida minimalista é viver sem excesso, desperdício e desorganização, aprendendo a viver mais eficiente com o suficiente. E assim, ser mais feliz.

Quem vive em estado maximalista traz o exagero para dentro da própria vida, deixando-a pesada, lenta e supérflua. Pois todo exagero, diminui a nossa clareza sobre o que realmente importa.

O fato é que, o peso das “coisas” nos deixa cansados só de pensar. E com isso, o excesso acaba sufocando a nossa identidade. Além disso, não nos reconhecemos mais como pessoas, só nos reconhecemos nas coisas que temos. Perceba como isso chega a ser doentio.

Autenticidade também é reconhecer que ainda não estamos preparados. Pois cada um sabe qual o tamanho da batalhar pessoas que estão enfrentando para romper com velhos padrões de comportamento.

Para concluir, deixo algumas expressões-chave para você trilhar o caminho do minimalismo autêntico:

  • Menos coisas, mais liberdade.
  • Mais liberdade, mais leveza.
  • Mais leveza, mais autenticidade.
  • Seja leve. Seja autêntico.

Para saber mais sobre como viver o minimalismo autêntico, inscreva-se em meu canal no youtube clicando aqui.

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